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Caminhão dos Bombeiros com escada Magirus é reintegrado ao serviço

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O Corpo de Bombeiros do Paraná voltou a contar com um caminhão equipado com escada Magirus, depois do veículo ter sido completamente revitalizado na Alemanha, no próprio fabricante. Foi necessário realizar a manutenção naquele país uma vez que no Brasil não há mão-de-obra qualificada e nem peças. Para o envio ao exterior, os bombeiros contaram com suporte da empresa JMK, que gerencia a manutenção da frota do estado do Paraná.

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“Recebemos um carro em estado de novo”, comemora o capitão Webner Marcelo Depetris, que trabalha na seção de logística do Corpo de Bombeiros e atuou no processo de recuperação da viatura. “Peça por peça, a escada foi totalmente desmontada e remontada. Além dos reparos, o software de operação foi atualizado por um mais moderno”. Segundo Depetris, havia uma série de problemas que impossibilitavam o uso da escada, principalmente na parte eletrônica. “Como este tipo de equipamento trabalha sempre no limite, tudo tem que estar em perfeito funcionamento. Afinal, é empregado no combate a incêndio em grande altitude e resgate de pessoas”. A escada tem capacidade para atingir até 55 metros.

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A recuperação do equipamento levou seis meses de trabalho na Alemanha, mas antes disso foram meses de preparativos, prossegue o capitão. “Neste processo contamos com apoio da JMK, por meio do sistema de gestão compartilhada de frotas adotado pelo Estado”, conta. “A empresa cuidou de todas as tratativas para a manutenção”.

Segundo o gerente operacional da JMK, Jorge Souza, foi necessário montar uma operação complexa e muito trabalho para viabilizar o envio, a manutenção e o retorno do caminhão. “Realizamos tarefas como as contratações de frete internacional, despachante aduaneiro, seguros e armazenagem, além do próprio conserto na fábrica”, conta Souza. “Isto só foi possível graças ao sistema de gestão compartilhada, que garante controle total na prestação de contas e também agiliza o trabalho. Se não fosse este sistema, seria necessário realizar um processo específico para cada uma as tarefas de transporte e comércio exterior”. A parte burocrática superada também foi grande. “Tivemos que realizar trabalhos similares a uma exportação do equipamento, para depois importá-lo de volta”.
O custo total do envio, manutenção e retorno do equipamento ficou em R$ 1,5 milhão. Um caminhão novo não sairia por menos de R$ 3,5 milhões, segundo o capitão Depetris. Junto com a manutenção, uma equipe de cinco militares do Corpo de Bombeiros também realizou na sede da Magirus, na cidade de Ulm, um curso para operar e treinar novos operadores.

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